Estou sem o que escrever. Umas coisas na cabeça, mas nada que seja razoável o suficiente pra ser transcrito em linhas blogais. Fora que eu tô passando pela crise do fim de semestre, com mais trabalhos do que dias para realizá-los. Bom, minha criatividade pra esse post foi tão reduzida que simplesmente respondi um "memê" e vou colar aqui. Fica uma confidência: adoooro responder essas coisas, enquetes, formulários, testes... Vício! Haha
Onde está seu celular? Do lado do teclado.
E o amado? No aniversário da tia, uns 60 km daqui, infelizmente.
Cor do cabelo? O mesmo desde que nasci: castanho claro. Ou quem sabe quase escuro?
Sua mãe? Na sala.
Seu pai? Na cama e na luta, há 1 ano.
Suas irmãs/Seu irmão? Vivian está no Chile, Vanessa na faculdade - em pleno feriado, pobrezinha - e Maurício na casa dele, com a mulher e os dois filhos atentados.
Seu filho? Opa, tá lá na fila do céu, esperando pra chegar a vez dele; que fica pra daqui, mais ou menos, uns 10 anos.
O que mais gosta de fazer? Desenhar, escrever, ouvir as músicas que eu gosto, viajar, dormir, comer... Essas coisas de bon vivant!
O que você sonhou na noite passada? Que me ligavam avisando que ele havia partido. Tenho sonhado cada vez mais com isso...
Onde você está? Em casa, sentada na frente do pc.
Onde você gostaria de estar agora? Em outra realidade.
Onde você gostaria de estar daqui a seis anos? Paris.
Onde você estava há seis anos? Provavelmente em casa, naquela vida relax de criança.
Onde você estava na noite passada? Fazendo trabalho de FEB e rascunhos pra um cartão de natal. /wee
O que você não é? Paciente.
O que você é? Sonhadora.
Objeto do desejo? No momento? Eeer, um estojo de lápis de cor de 120 cores, da Faber Castell.
O que vai comprar hoje? Nada, porque eu tô falida.
Qual sua última compra? Pincéis pra acrílica e verniz fixador em spray.
A última coisa que você fez? Ler um capítulo do Admirável Mundo Novo.
O que você está usando? Calça jeans, uma blusa listrada roxa e branca e o fiel all star branco.
Na TV? Tô ouvindo a voz da Lília Cabral, portanto, novela.
Seu cachorro? Dois! Mel e Bacana. Queria mais uns 500. :/
Seu computador? 2gb, core 2 duo, windows vista, tela de 17"... Whatever, meu querido companheiro de aventuras e trabalhos pela madrugada.
Seu humor? Ultimamente inconstante, variando de acordo com o ambiente.
Com saudades de alguém? Saudade dos muitos amigos do colégio (seus putos!) e do namorado, que é coisa normal.
Seu carro? Tá na montadora e nos meus sonhos ainda.
Perfume que está usando? Alérgica de nível extremo, não posso usar perfume.
Última coisa que comeu? Mc Max com batatas e suco de maracujá. Me senti uma gorda compulsiva carregando aquele tamanho de lanche. Haha
Fome de quê? De todas as comidas do mundo, porque eu ando com fome crônica.
Preguiça de? Tomar vergonha na cara e fazer algum dos 15 trabalhos que me esperam.
Próxima coisa que pretende comprar? Um óculos de sol, porque eu fiz o favor de perder o outro dentro do ônibus.
Seu verão? Espero passar pelo menos um fim-de-semana no meu amado litoral norte, desprovida do panetone que circunda minha cintura neste momento. :D
Ama alguém? Muitos alguéns!
Quando foi a última vez que deu uma gargalhada? Eu dou tanta risada de tudo que acabo nem reparando. Mas vá lá: uns 10 minutos atrás, ouvindo a irmã falar do entregador do McDonald's gatinho de all star e camiseta do Clash.
Quando chorou pela última vez? Hoje, quando acordei depois do sonho.
Primeira vez que eu escrevo uma coisa relativamente pessoal e compreensível. Ao que me parece.
Acho que depois rola um post decente. :)
Musicando
Postado no(a) por WiEu tenho uma mania estranha de associar músicas com livros e fatos. Normalmente escolho um playlist para ouvir por duas, três semanas; ou então a seleção de músicas dura até o fim daquela história. Depois mudo de livro e de musiquinhas também.
Sim, sou metódica e cheia de rituais estranhos.
Mas essa esquisitice tem um porquê: é muito bom ouvir determinada música e associá-la com determinado enredo, determinado capítulo. Ouvir Girando na Renda, da Roberta Sá, e lembrar dos encontros amorosos escondidos de Júlia e Winston, de 1984. Superstar, Sonic Youth, como trilha sonora do conto de Woody Allen sobre a anã platonicamente apaixonada pelo homem branco e alto, de Fora de Órbita. Sea of Love (Cat Power) junto com Retrato em Preto e Branco (Chico querido) e as conflitantes relações amorosas de A Insustentável Leveza do Ser. Combinada com os conflitos de Vírginia da obra-prima de Lygia Fagundes Telles, Ciranda de Pedra, Ela É, da banda pouco conhecida chamada Validuaté. Ou então, Você Vai Ver, do meu adorado João Gilberto. Maria Rita cantando Menininha do Portão: ligação direta com Clarissa, criada por Érico Veríssimo.
Killing Lies, dos Strokes, me faz lembrar do ponto de ônibus depois de aulas maçantes no cursinho, com direito a flertes - nada fatais, ficadica. Jack Johnson e sua Do You Remember acompanhando a curtíssima caminhada até a escola onde fazia o ensino médio - e onde passei todo o tempo contando os dias para a fuga de um lugar hostil. A bobinha Lovefool - The Cardigans - e duas retardadas dançando na sala de aula. Copacabana - Móveis Coloniais de Acaju - e o começo do namoro. Da Marisa Monte, Bem Leve, para a lembrança de uma menina de 10 anos dançando de vestido de bolinhas na sala depois do jantar, durante o horário eleitoral. Paquetá, dos saudosos Los Hermanos, e a belíssima Ilhabela. Lily Allen e sua LDN num dia que deu vontade de descer 10 pontos antes e ir andando numa tarde bem agradável. Oil and Water (Incubus) e a fuga de 3 trombadinhas no meio da rua para não ser assaltada. De Vanguart, Hey Yo Silver, e uma Winnie ligeiramente bêbada no Studio SP. Love Will Tear us Apart, do Joy Division e a semana depois do diagnóstico. Cansei de Ser Sexy e Superafim com amigos sem noção. Foo Fighters e sua All my Life: recordação da 8ª série tão boa, não sei bem por que.
Enumerar todas as canções e os livros, acontecimentos, fases a que estão ligados despenderia muito tempo. Só vou recomendar que experimentem a técnica de associação. As histórias e os personagens num dia ou outro ressurgirão provocados por uma melodia. E a vida terá sempre uma trilha sonora particular.
Esse post também teve a sua. :)
Sim, sou metódica e cheia de rituais estranhos.
Mas essa esquisitice tem um porquê: é muito bom ouvir determinada música e associá-la com determinado enredo, determinado capítulo. Ouvir Girando na Renda, da Roberta Sá, e lembrar dos encontros amorosos escondidos de Júlia e Winston, de 1984. Superstar, Sonic Youth, como trilha sonora do conto de Woody Allen sobre a anã platonicamente apaixonada pelo homem branco e alto, de Fora de Órbita. Sea of Love (Cat Power) junto com Retrato em Preto e Branco (Chico querido) e as conflitantes relações amorosas de A Insustentável Leveza do Ser. Combinada com os conflitos de Vírginia da obra-prima de Lygia Fagundes Telles, Ciranda de Pedra, Ela É, da banda pouco conhecida chamada Validuaté. Ou então, Você Vai Ver, do meu adorado João Gilberto. Maria Rita cantando Menininha do Portão: ligação direta com Clarissa, criada por Érico Veríssimo.
Killing Lies, dos Strokes, me faz lembrar do ponto de ônibus depois de aulas maçantes no cursinho, com direito a flertes - nada fatais, ficadica. Jack Johnson e sua Do You Remember acompanhando a curtíssima caminhada até a escola onde fazia o ensino médio - e onde passei todo o tempo contando os dias para a fuga de um lugar hostil. A bobinha Lovefool - The Cardigans - e duas retardadas dançando na sala de aula. Copacabana - Móveis Coloniais de Acaju - e o começo do namoro. Da Marisa Monte, Bem Leve, para a lembrança de uma menina de 10 anos dançando de vestido de bolinhas na sala depois do jantar, durante o horário eleitoral. Paquetá, dos saudosos Los Hermanos, e a belíssima Ilhabela. Lily Allen e sua LDN num dia que deu vontade de descer 10 pontos antes e ir andando numa tarde bem agradável. Oil and Water (Incubus) e a fuga de 3 trombadinhas no meio da rua para não ser assaltada. De Vanguart, Hey Yo Silver, e uma Winnie ligeiramente bêbada no Studio SP. Love Will Tear us Apart, do Joy Division e a semana depois do diagnóstico. Cansei de Ser Sexy e Superafim com amigos sem noção. Foo Fighters e sua All my Life: recordação da 8ª série tão boa, não sei bem por que.
Enumerar todas as canções e os livros, acontecimentos, fases a que estão ligados despenderia muito tempo. Só vou recomendar que experimentem a técnica de associação. As histórias e os personagens num dia ou outro ressurgirão provocados por uma melodia. E a vida terá sempre uma trilha sonora particular.
Esse post também teve a sua. :)
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